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Redução de consumos

Redução de Consumos

Baterias  Redutores de consumo de água   LED

 

Baterias de Condensadores

A grande maioria dos equipamentos eléctricos, para além da energia activa, consome também energia reactiva (cargas indutivas). Enquanto a energia activa está associada à produção de trabalho, a energia reactiva serve apenas para alimentar os circuitos magnéticos de certos equipamentos eléctricos (ex: motores, transformadores, iluminação com balastros ferromagnéticos, etc.). Dado que a energia reactiva não produz trabalho e é responsável pela circulação de corrente adicional nos circuitos, torna-se indesejável sobretudo para o distribuidor de energia eléctrica que vê reflectida esta situação no aumento das perdas na rede de distribuição.

Se o consumo de energia reactiva não for gerado internamente na instalação do consumidor, terá que ser fornecida pelo distribuidor de electricidade, onde, segundo o tarifário de venda de energia eléctrica, haverá lugar a um pagamento do consumo desta energia. Esta situação pode facilmente ser evitada pelo cliente se for realizada a compensação do factor de potência. O método mais simples, económico e usual de realizar a compensação do factor de potência consiste na instalação de baterias de condensadores, geradores de energia reactiva.

O cliente ao compensar o factor de potência anula a parcela “Energia reactiva Consumida fora vazio” nas facturas de energia eléctrica, reduzindo desta forma a factura de electricidade. Também se consegue adicionalmente reduzir as perdas internas da rede eléctrica na situação de compensação descentralizada e melhorar a estabilidade da rede interna.

Facturação da energia reactiva

Notas relativas ao Despacho 7253/2010 de 26 de Abril Entrada em vigor da aplicação de factores multiplicativos ao preço de referência por escalões, em função da reactiva indutiva nas horas de fora de vazio, medida em cada período de integração, em percentagem da energia activa medida no mesmo período, considerando os seguintes valores da tg φ:

a) Superior ou igual a 50% (Factor de potência inferior a 0,895), a partir de 1 Janeiro 2011;

b) Superior ou igual a 40% (Factor de potência inferior a 0,925) e inferior a 50% (factor de potência superior ou igual a 0,895), a partir de 1 Janeiro 2011;

c) Superior ou igual a 30% (Factor de potência inferior a 0,955) e inferior a 40% (Factor de potência superior ou igual 0,925), a partir de 1 Janeiro 2012.

Entrada em vigor do período de integração diário para clientes em MAT, AT e MT em Portugal Continental, em 1 de Janeiro de 2012. Com a entrada destas alterações, o cliente final vê fixado um valor mais exigente para o limiar de facturação da energia indutiva fora do vazio, na introdução de 3 escalões de preço em função da tg φ (0,3; 0,4 e 0,5), que se define pelo quociente entre a energia reactiva e energia activa. Antes da entrada em vigor das alterações anteriormente descritas, vigora a facturação de energia reactiva indutiva nas horas de fora de vazio para valores superiores ou iguais a 40% (Factor de potência inferior a 0,925).

Notas relativas ao Despacho 12605/2010 de 4 de Agosto No despacho 12605/2010 de 4 de Agosto, o Conselho de Administração da ERSE deliberou a aprovação dos factores multiplicativos a aplicar ao preço de referência de energia reactiva, por escalão de energia reactiva indutiva, relativo ao uso da rede de transporte e ao uso da rede de distribuição nos termos do quadro seguinte:

tabela

Claramente é expectável um agravamento acentuado da factura de energia eléctrica das instalações com baixo factor de potência que não realizem a compensação do factor de potência.

Descrição Técnica

A intensidade da corrente eléctrica absorvida pela maioria das instalações eléctricas, apresenta-se desfasada (geralmente em atraso) relativamente à tensão aplicada de um ângulo Φ, pelo que se pode decompor em duas componentes:

  • Componente Activa Ia, em fase com a tensão de alimentação:
    – Us – tensão simples para cargas monofásicas;
    – Uc – tensão composta por cargas trifásicas.
  • Componente Reactiva Ir, atrasada de 90º em relação à tensão de alimentação.

A forma de limitar ou evitar a absorção de energia reactiva da rede consiste em produzi-la dentro da própria instalação, utilizando equipamentos adequados. A instalação de condensadores é a solução que mais frequentemente se utiliza e a que se adapta à maioria dos casos. No entanto, existem situações especiais em que o recurso a esta solução não é a mais adequada, devendo nestes casos, utilizar-se equipamentos especiais, tais como a compensação síncrona ou a compensação com electrónica de potência e filtros de supressão de harmónicos.

Como se pode observar pela figura, tudo se passa como se a origem da energia reactiva, imprescindível ao funcionamento dos receptores, fosse “desviada” da rede de abastecimento para uma fonte interna.

Baterias de Condensadores – Especificações Técnicas

Cada escalão compreende:

      • Um condensador, com as seguintes características:
        – Aparelho do tipo autocicatrizante, com elementos secos protegidos internamente;
        – Não inflamável;
        – Dieléctrico do tipo filme de polipropileno metalizado;
        – Conforme as normas Europeias e Internacionais em vigor;
      • Um contactor;
      • Uma protecção por fusíveis;
      • Um relé varimétrico electrónico para pilotagem automática dos contactores com visualização do cos φ, tensão, corrente, etc.;
      • Um armário modular.

Clientes faturados em energia reactiva

Todos os clientes finais com baixo factor de potência com tarifário em:

      • BTE (Baixa Tensão Especial): Pcont ≥ 41,41 kW
      • MT (Média Tensão): c/ posto transformação
      • AT (Alta Tensão)

 

 

Instalação – Sem Bateria de Condensadores

exemplo sem bateria

 

Instalação – Com Bateria de Condensadores

exemplo com bateria

 

Redutores de Consumos de Água

Sendo a água um bem essencial à vida e indispensável para realização das diversas atividades humanas, o aumento de atividades com utilização de água e o aumento da degradação da sua qualidade devido às indústrias, a quantidade de recursos hídricos disponível enfrenta sérias dificuldades.

A escassez deste recurso contribui para a desigualdade na sua distribuição, provocando problemas sociais, económicos e políticos, tornando a gestão da água um dos maiores desafios da atualidade.

A Green World tem como objetivo fornecer equipamentos de redução de consumos de água, com vista a redução de consumos e consequentemente redução na respetiva fatura de água.

O estudo realizado é referente ás instalações de um Hotel.

Os equipamentos utilizados, são partes de uma solução aplicadas em torneiras e chuveiros, que permitem reduzir o fluxo de água em cerca de 50% face aos filtros de rede comuns.

O princípio de funcionamento que permite a redução dos consumos de água, consiste na mistura de oxigénio com a água, dando origem á formação de microbolhas que aumentam o volume e reduzem proporcionalmente o fluxo de água. Este princípio permite ainda manter o conforto de utilização, uma vez que proporcionam a sensação de utilização do mesmo caudal, quando na verdade se está utilizar cerca de metade.

Este tipo de equipamento reduz ainda os custos e consumos de energia associado ao aquecimento da água, bem como a redução de CO2 e outros gases libertados por essas fontes de energia, tais como o gás, gasóleo, eletricidade, entre outros.

O hotel em estudo, de 3 estrelas, é composto por 7 andares e dispõe de 43 suites.

Na realização do estudo dos consumos de água atuais do Hotel, foi efetuado um levantamento do número de pontos a intervir e o consumo de água diário em cada ponto.

Consumos verificados na instalação

Redução de consumos de água

O Caudal atual do chuveiro é de 12L/min enquanto o caudal actual do lavatório é de 8L/min.

Para o estudo do consumo de água diário considerou-se que um cliente demora 10 minutos, no duche 5 minutos na utilização de torneira.

Com a instalação dos redutores de caudal verifica-se uma redução mensal total de 33,44%.

Consumos espectáveis

Com o estudo da análise económica concluiu-se que, face ao investimento necessário, tem um Tempo de Retorno de Investimento em menos de 2 meses.

Análise Económica

 

Iluminação LED

As lâmpadas de Led são conhecidas pelo seu grau de durabilidade e baixo consumo, que permite a decoração do seu espaço com diferentes ambientes.

As nossas lâmpadas de led são em especial económicas e amigas do ambiente estando disponíveis nas cores branco frio, branco quente, vermelho, verde, azul e amarelo. Os raios emitidos pela tecnologia LED são totalmente isentos de UV (ultravioleta) e IR (infravermelho) não danificando a cor de objetos de exposição, roupa e quadros.

A iluminação Led foi concebida de forma a não produzir calor, resistente ao choque e à vibração, podendo ser utilizada em interiores e exteriores.

Vantagens da tecnologia LED:

      • Não emite luz infravermelha
      • Não produz calor
      • Consumo bastante inferior
      • Elimina a necessidade de utilizar balastros e arrancadores nas florescentes
      • Aconselhável para expositores
      • Amigas do ambiente, fácil de reciclar pois não contem qualquer tipo de químicos

Em termos de Eficiência a Iluminação Led é 65% mais eficiente que as Lâmpadas CFL e 90% que as lâmpadas incandescentes.

Temperatura de LEDs